
E por amar às vezes sou egoísta. Por amar me recuso a dividir. Por amar sei que sou chata, intransigente, tudo por que amo demais e não consigo enxergar que amar nada tem a ver com amarrar. Mas eu amo. Eu amo e amarro. Se eu soltar, posso perder. Se eu perder, posso morrer. E se eu morrer? Quem vai se importar? Por amar demais eu choro de alegria e rio de tristeza. É por amar que vivo fazendo e falando besteiras. Posso até amar errado, mas por amar vou persistir errando, amando, clamando perdão enquanto observo inerte esse amor frenético aumentar. (Nos alicerces)





